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Bíblia nas escolas: uma vitória da cultura e da liberdade

  • Foto do escritor: Gi Palermi
    Gi Palermi
  • 12 de abr. de 2025
  • 2 min de leitura

A aprovação, em segundo turno, do projeto que permite o uso da Bíblia como material de apoio nas escolas públicas e privadas de Belo Horizonte representa mais que uma simples vitória legislativa. É uma conquista civilizacional, que resgata a importância das raízes judaico-cristãs na formação do Ocidente e rompe, ainda que timidamente, com o monopólio ideológico imposto nas salas de aula ao longo das últimas décadas.


Proposto pela vereadora Flávia Borja (DC), o projeto foi aprovado por 28 votos favoráveis, enfrentando a previsível resistência de setores da esquerda — que, como sempre, gritam “Estado laico” enquanto fecham os olhos para o uso pedagógico de religiões afro, de ídolos marxistas e da militância de gênero nas escolas. A incoerência é gritante.


A proposta, vale ressaltar, não obriga a presença de conteúdo bíblico nas aulas, tampouco força alunos a participar. Pelo contrário: o texto respeita a liberdade individual ao tornar a participação facultativa, algo que a esquerda raramente faz quando impõe sua cartilha ideológica disfarçada de conteúdo educativo.


A Bíblia será usada como referência cultural, histórica, geográfica e literária — e com razão. Trata-se de um dos livros mais lidos, estudados e influentes da humanidade. Ignorar sua contribuição é um atentado ao conhecimento. Nenhuma outra obra impactou tanto a arte, a filosofia, a política e o direito como as Escrituras. Mas, infelizmente, estamos falando de uma geração doutrinada a crer que Che Guevara é herói e que Jesus é “problemático”.


Durante a votação, a emenda apresentada pelo vereador Pedro Patrus (PT), que tentava proibir qualquer “conotação religiosa” na abordagem bíblica, foi rechaçada pela ampla maioria. O recado está dado: a população começa a reagir à doutrinação e à tentativa constante da esquerda de apagar símbolos e valores que sustentam a moral cristã e a verdadeira liberdade.


Esse projeto pode ser um divisor de águas. Se sancionado pelo prefeito Álvaro Damião (União Brasil), abrirá caminho para uma retomada do espaço cultural que a fé cristã sempre teve — e que foi escanteado por uma elite intelectual que idolatra Paulo Freire, mas despreza a sabedoria milenar contida nas Escrituras.


Ensinar a Bíblia nas escolas não é pregar religião. É apresentar aos jovens as bases culturais que moldaram nossa civilização. É dar às futuras gerações a chance de conhecer, refletir e se orientar por princípios que formaram homens como Abraham Lincoln, Dom Pedro II e até mesmo o próprio Machado de Assis.


Quem teme a Bíblia teme a luz. E quem teme a luz não está preocupado com educação, mas com controle. Que mais cidades sigam o exemplo de Belo Horizonte. A verdade não pode mais ser escondida atrás de cortinas ideológicas.

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