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CRO oficia prefeitura de Araxá sobre denúncia de insumos vencidos

  • Foto do escritor: Gi Palermi
    Gi Palermi
  • 9 de mar. de 2022
  • 1 min de leitura

Órgão enviou fiscalização para visitar in loco consultórios odontológicos


Na última semana a Câmara Municipal de Araxá, por 11 votos a quatro, se negou a abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a denúncia do estoque de insumos odontológicos vencidos no almoxarifado da Prefeitura e os eventuais prejuízos causados aos usuários do Sistema Único de Saúde. Agora a denúncia foi encaminhada ao Ministério Público. Também o Conselho Regional de Odontologia de (CRO) de Minas Gerais já oficiou a Prefeitura de Araxá.


O órgão encaminhou fiscalização para apurar in loco a situação de funcionamento das unidades de atendimento odontológico do município. E, por meio de uma nota de esclarecimento enviada à cidade, afirmou que “os fatos noticiados são graves e podem implicar em violação ao código de ética odontológica”. "Por isso, o CRO-MG oficiou ao prefeito municipal solicitando a apresentação dos documentos relativos à compra e dispensação dos medicamentos, bem como quais as providências que foram tomadas pelo Poder Executivo para fins de apuração dos fatos."


Entenda o caso


A população de Araxá soube que o setor de odontologia das Unidades Básicas de Saúde vinha sendo abastecido com materiais e medicamentos vencidos através de denúncia feita pelos vereadores Fernanda Castelha (PMN) e Luiz Carlos Bittencourt (PSL).


Em fiscalização no almoxarifado da prefeitura eles encontraram dezenas de caixas de medicamentos e materiais para uso em procedimentos odontológicos, todos vencidos. Na sessão da Câmara, realizada no dia 3 de março, eles apresentaram pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os responsáveis.


Mas, a instauração da CPI foi rejeitada por 11 vereadores que inclusive estiveram reunidos com o prefeito Robson Magela (Cidadania) na manhã do mesmo dia.


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