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No Brasil do PT, o riso vira crime

  • Foto do escritor: Gi Palermi
    Gi Palermi
  • 4 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

Num país onde bandidos são tratados como vítimas e corruptos voltam ao poder pela porta da frente, quem ousa fazer piada vira réu. Essa é a realidade do Brasil governado pelo PT. O mesmo governo que não quer classificar facções como o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas, e que fecha os olhos para territórios inteiros dominados por esses criminosos, agora persegue comediantes como se fossem inimigos do Estado.

A condenação de Léo Lins a oito anos de prisão por fazer humor escancara o grau de censura a que chegamos. Ele foi punido por palavras. Por provocar. Por rir da tragédia — como sempre fizeram os que se recusam a se curvar. Por aqui, quem fala demais é silenciado. Quem ofende o Estado é punido. E quem manda, decide até onde vai a sua risada.

Facções à vontade, CPI barrada

Enquanto isso, criminosos continuam soltos. Casos como o do funkeiro MC Poze do Rodo, solto apesar de indícios de envolvimento com o tráfico, mostram que a Justiça brasileira — e quem a influencia — anda com as prioridades trocadas.

Do mesmo modo, o governo petista se recusou até a apoiar a investigação de um escândalo bilionário que atinge diretamente aposentados e pensionistas. Nenhum parlamentar do PT assinou o pedido de CPI que visa apurar os golpes que esvaziam o bolso de quem trabalhou a vida inteira.

É como se o governo escolhesse seus alvos: contra o narcotráfico, tolerância. Contra os golpistas do INSS, silêncio. Mas quando se trata de calar quem pensa diferente, aí o Estado mostra força.

A liberdade está em coma

A liberdade de expressão está morrendo — e não é discurso. É fato. A sentença contra Léo Lins prova que não estamos mais lidando com teorias: estamos vendo o Estado transformar opinião em crime e ironia em ofensa imperdoável.

O que mais assusta o poder não é a mentira. É o riso sincero diante do seu fracasso.

Hoje foi um comediante. Amanhã pode ser um professor. Um padre. Um jornalista. Ou você.

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