Trabalho é benção, não castigo
- Gi Palermi
- 1 de mai.
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Desde os tempos mais antigos, o trabalho é visto como uma vocação nobre. Na tradição judaico-cristã, Deus entregou ao homem a missão de cultivar e guardar a terra. Ou seja, o trabalho veio antes mesmo da queda do homem. Ele é parte da dignidade humana, expressão do esforço, da responsabilidade e do cuidado com a criação. Trabalhar é algo que faz bem. Deus criou o homem e deu a ele a missão de cuidar do mundo. O trabalho não é castigo, é parte da vida. Foi Deus quem nos ensinou que trabalhar é importante e bom.
Mas o que vemos hoje? Uma mentalidade revolucionária tentando distorcer tudo, tem gente tentando inverter isso. O discurso revolucionário quer fazer o trabalhador se sentir explorado o tempo todo. Quer colocar patrão como vilão e empregado como vítima. Usam narrativas marxistas para espalhar a inveja, a divisão e o ódio de classes. Querem apagar a verdade de que o trabalho dignifica, ensina, fortalece e sustenta. A esquerda não quer que você trabalhe com liberdade. Quer que você dependa do Estado.
Isso é mentira. É conversa de quem quer dividir a sociedade e colocar um contra o outro.
A verdade é que o trabalho ajuda a formar o caráter da pessoa. Ensina disciplina, responsabilidade e respeito. Quando alguém consegue o próprio sustento com esforço, isso dá orgulho, dá sentido à vida. Nenhuma ajuda do governo traz essa sensação de dever cumprido que o trabalho traz.
São José, o pai adotivo de Jesus, foi carpinteiro. Um homem simples, que acordava cedo e trabalhava com as mãos. Ele não precisou de discursos bonitos para ensinar Jesus. Deu exemplo com sua vida. É esse modelo que a gente deve seguir.
O patrão, na maioria das vezes, é alguém que arriscou, que investiu, que gera emprego. Ele também trabalha muito. Ele precisa de apoio, não de ser julgado como um vilão. Sem patrão, não tem empresa. Sem empresa, não tem emprego. É simples.
Quem vive de verdade, quem tem família, quem luta por um futuro melhor, sabe a importância de ter um emprego. Um pai ou uma mãe que chega em casa com o pão de cada dia tem mais valor do que qualquer discurso ideológico. Famílias simples, que acordam cedo, pegam no pesado e voltam com o sustento de cada dia, sabem o valor de um emprego. Sabem o orgulho de pagar uma conta com o próprio suor. O trabalhador honesto não precisa de discursos de revolta. Precisa de oportunidade, respeito e liberdade para crescer com esforço próprio.
Por isso, não caia nas mentiras de quem prega divisão e revolta. O trabalho é um presente de Deus. É por meio dele que a gente cresce, sustenta a casa e honra a nossa fé.




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