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Vermelho deu espaço para o Verde e Amarelo

  • Foto do escritor: Gi Palermi
    Gi Palermi
  • 1 de mai. de 2021
  • 1 min de leitura

Feriado do Dia do Trabalho foi marcado por manifestações pela liberdade em várias cidades do País.


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Por muitos anos o feriado de Primeiro de Maio, Dia do Trabalho, instituído pelo movimento revolucionário no século dezenove, tem sido marcado por manifestações de centrais sindicais controladas pelos partidos de esquerda.


Este ano, este sábado, 1º de Maio, ao menos no Brasil, os aparelhos sindicais da esquerda se recolheram, e as ruas foram tomadas pela direita em manifestações pela liberdade de ir e vir, pelo direito ao trabalho que dignifica o homem, pelo direito ao trabalho que provê o sustento de si e suas famílias e contra a tirania e censura que tem sido deliberadamente praticada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).


Mesmo diante do risco de exposição e proliferação do novo Coronavírus em meio a aglomerações, os brasileiros foram às ruas para atos políticos e em defesa do direito ao trabalho. Várias capitais registram manifestações que pediam socorro ao presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) já que ele tem sido a única autoridade pública que se posiciona contrário ao fechamento das atividades econômicas.


Em São Paulo, os manifestantes se concentraram na avenida Paulista, com bandeiras e faixas em apoio ao presidente. No Rio de Janeiro, a manifestação ocorreram na orla de Copacabana, com bandeiras do Brasil e camisas da seleção. Em Salvador, a concentração foi no Farol da Barra. Em Brasília, o ato ocorreu no gramado da Esplanada, com participação de integrantes e apoiadores do governo, como o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente.



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