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Justiça cega para uns, implacável para outros

  • Foto do escritor: Gi Palermi
    Gi Palermi
  • há 12 minutos
  • 3 min de leitura

Alexandre Irmãos Paula expõe a inversão de valores no país e denuncia prisão de Bolsonaro como cortina de fumaça dos escândalos de Lula 3.


Tem gente que acredita que o brasileiro não percebe nada. Mas, a cada dia, está mais difícil esconder o óbvio. E foi justamente essa verdade inconveniente que veio à tona na reunião desta terça-feira (25.nov.2025), quando o vereador Alexandre Irmãos Paula, presidente do PL, denunciou que a prisão de Bolsonaro atende mais à política do que à justiça.


O vereador fez um discurso firme. Levou para a tribuna a indignação que cresce no país inteiro: vivemos uma inversão completa de valores. O errado virou certo. O certo virou errado.


O discurso dele refletiu o sentimento de milhões de brasileiros. Ele apontou que a prisão preventiva de Bolsonaro virou uma cortina de fumaça — e uma fumaça grossa — para esconder os escândalos que se acumulam no governo Lula 3.


E ele tem razão.


A cada semana, estoura uma denúncia nova. O rombo no INSS já passa de bilhões. Envolve empresas fantasmas, servidores vendidos, aposentadorias liberadas para quem nunca contribuiu e sindicatos — entre eles, o sindicato do irmão de Lula. Uma máquina de sugar o dinheiro de quem trabalha duro e luta para garantir comida na mesa e pagar por remédios.


E não é só isso. Os Correios, que já foram exemplo nacional, agora enfrentam um buraco gigantesco. Fraudes em contratos, desvio de recursos, prejuízos que ultrapassam R$ 1 bilhão. De novo, o dinheiro suado tirado do trabalhador através de impostos escorrendo pelas mãos de quem deveria cuidar dele.


E ainda tem o escândalo do Banco Master. A grande mídia tenta esconder, mas o país já sabe que o banco financiou eventos com ministros do STF, viagens internacionais luxuosas e encontros que misturavam poder, política e negócios. Agora tudo isso está vindo à tona, com indícios graves e muita coisa ainda por ser revelada.


No meio desse cenário, Alexandre de Moraes prendeu Jair Bolsonaro. Sem prova de um crime sequer. Sem que o processo estivesse concluído. E ainda escolheu anunciar a decisão num dia 22 — número que virou recado desde que assumiu a presidência do TSE. Coincidência? Não parece.


Alexandre de Moraes aplicou multa de R$ 22 milhões ao partido de Bolsonaro por ter pedido auditoria no processo eleitoral de 2022.


O vereador lembrou na tribuna que nunca encontraram uma única prova que comprovasse crime de Bolsonaro. Mas, mesmo assim, ele está preso, enquanto corruptos que roubaram o país — do mensalão ao petrolão — fizeram “acordos”, devolveram parte do dinheiro e hoje vivem protegidos pelo próprio sistema que destruíram.


“Se não tivessem roubado, teriam devolvido algum dinheiro? Se devolveram dinheiro, é porque roubaram. Então por que estão soltos?”

Além dos escândalos, o vereador também falou do abandono do povo. Famílias vivendo há 40 anos em terras regularizadas estão sendo expulsas pelo próprio governo Lula 3. Gente pobre perdendo o pouco que tem para atender interesses internacionais. A contradição cruel de um presidente que se auto-intitula “pai dos pobres”, mas retira justamente dos pobres tudo o que pode.


Para o vereador, o maior legado de Bolsonaro foi ter acordado a nação brasileira.


E acordou mesmo. Ele marcou uma linha do tempo. Há um Brasil antes e outro depois de Bolsonaro. Um homem simples. Um homem que fala a linguagem do povo. Fez milhões de brasileiros entenderem que política não é assunto distante. É vida real. É liberdade. É propriedade. É o futuro dos filhos. Esse despertar assusta quem sempre mandou sem ser questionado. Por isso o sistema o odeia. E por isso o perseguem com tanta força.


No final, o vereador reforçou o que todos enxergam: a balança da justiça não é mais equilibrada. Há um peso pesado demais contra conservadores, patriotas, defensores da liberdade, da família e da propriedade. E outro peso leve, quase inexistente, para corruptos e aliados do poder.


Ele terminou com um alerta direto:


“Quem roubou o povo vai ter que pagar. A conta chega.”

E chega mesmo.

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